No dia 28 de Maio, pelas 20h00, junto ao Centro de Saúde de Vendas Novas, realizou-se uma “Vigília de Protesto” contra o encerramento do Serviço de Atendimento Permanente/Urgências onde estiveram presentes cerca de 2.000 pessoas.
Este iniciativa organizada pelo Movimento de Cidadãos Independentes pela Defesa das Urgências no Centro de Saúde de Vendas Novas (MCIVN) ao qual se associaram autarcas e população durou até perto das 0h30 com diversas demonstrações de descontentamento perante a situação criada pelo Governo/Ministério da Saúde. Desde as 8h00 do próprio dia 28 de Maio que os responsáveis da Saúde encerraram o SAP/Urgências, mostrando uma completa ausência de respeito pelos mais elementares direitos dos Vendasnovenses e um verdadeiro atentado contra o “Direito à Saúde” que a nossa constituição consagra. Esta decisão autoritária do Governo, tomada unilateralmente, sem ouvir as populações e os seus representantes, foi transmitida à Câmara Municipal por fax, no dia 25 de Maio, ao mesmo tempo que a população acompanhada pelos seus autarcas se encontrava em Évora, lutando pelos seus direitos e reunindo com a Presidente da ARS e Governadora Civil. No dia 28 publicaram então um documento intitulado “Novo Modelo de Funcionamento do Centro de Saúde” onde confirmaram os piores receios já manifestados anteriormente: