História

Biblioteca Municipal de Vendas Novas

​A existência de Biblioteca em Vendas Novas começou com as bibliotecas itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian (década de 60 do século XX). Uma vez por mês, a biblioteca itinerante passava por Vendas Novas. Foi instalada uma biblioteca fixa nos Paços do Concelho e quando, a Fundação Calouste Gulbenkian desmontou a biblioteca, parte dos livros foi para a futura Biblioteca Municipal.

Em 1990, começou-se a elaborar o projeto da Biblioteca Municipal. Em 20 de Dezembro de 1991, foi assinado, na Secretaria de Estado da Cultura, o contrato-programa do Projeto da Biblioteca Municipal com o Presidente do Instituto Português do Livro e da Leitura (IPLL). Neste contrato-programa, estava estabelecido que o IPLL comparticipava 50% do custo da obra, da aquisição do mobiliário, do equipamento e dos fundos documentais.

“A 26 de Maio [de 1996], integrado nas comemorações do 3.º aniversário da elevação a cidade, era dado um novo passo decisivo para Vendas Novas, com a inauguração da Biblioteca e do Auditório Municipais, com projeto do Arq. Diogo Vaz, completando no Parque Urbano/Jardim Público um espaço de cultura e lazer, de altíssimo nível, um território emblema da qualidade urbanística a implantar no concelho, “abrindo novos horizontes” para Vendas Novas, para a sua juventude e para a população em geral (…)”

CHINITA, Filipe,
Rumo ao futuro, volume II: Vendas Novas no caminho do desenvolvimento, p. 283

A 30 de Novembro de 2003, na festa do 21.º Aniversário da Freguesia da Landeira, foi inaugurada a Biblioteca da Landeira, Pólo da Biblioteca Municipal.